Os funcionários públicos da administração local do Estado colocados no município do Cambulo: professores das escolas do Magistério e do Liceu do Cambulo sem esquecer os funcionários da própria Administração Municipal que também encontram-se na mesma situação e sem esclarecimentos necessários.
Após a aprovação do Decreto Presidencial n° 67/23 de 7 de março, que aprova os subsídios das zonas recônditas, em 2024, iniciou-se o pagamento dos mesmos; no caso dívida do ano 2023 do qual foi apenas o pagamento de 6 meses.
Através de uma fonte, ficaram a saber que estes teriam os seus subsídios atrasados nas contas a partir de Junho/2026, facto que não se concretizou até ao momento.
Os professores, triste com a situação, tiveram contacto com a Senhora Governadora e ficaram a saber que tanto os processos dos professores como dos funcionários da Administração já estavam despachados mas arquivados por pessoas de má fé sem poder transitar para outras instâncias como: IGAE Finanças.
Os professores, durante o encontro mantido com a Senhora Governadora, por engano estes tiveram acesso ao mapa dos funcionários da Administração assinado pelo Administrador Municipal do Cambulo, Tenente Coronel na Reserva, Joaquim Abílio Lápis, vindo casa militar por indicação para exercer as funções de administrador Municipal, e neste apenas constam os 7 meses uma vez que estes sabem perfeitamente que a dívida é de 18 meses e não de 7 conforme assinado.
Para onde foram os 11 meses?
Esses valores depois irá para as contas de quem?
Após a aprovação do Decreto n° 67/23 de 7 de março, o processo de pagamento começou simultaneamente em todo o país e cá na província, todos os municípios das zonas recônditas já receberam seus atrasados equivalente a 18 meses. Porque é que o Cambulo manteve-se em silêncio deixando o assunto para trás e tentar agir após um grupo de funcionários manter o encontro com o Senhor Administrador solicitando esclarecimento em torno do silêncio manifestado pelas entidades competentes?
E, tempo depois tentando agir autorizando apenas o pagamento dos 7 meses contrariando o padrão.
Por este facto, pedimos a intervenção das entidades competentes (Ministra das Finanças, Ministro da Administração do Território, Assembleia Nacional, Direçao Nacional do IGAE) no sentido de proceder investigações necessárias para que se apure os factos com vista a dar soluções aos direitos que foram vetados.
Agita News Oficial
