Esquema de Corrupção para obtenção de Credito no Banco BDA envolve João Salvador Quintas e José Igor de Oliveira PCE e Director de crédito

Denuncias de empresários próximos ao processo para obtenção de créditos, desvendam más praticas de João Salvador Quintas PCE do Banco de Desenvolvimento de Angola e Jose Igor Oliveira director de crédito, do BDA, de estarem macumonados em negociatas de cedência de crédito e financiamentos de projectos as empresas, como recompensa desta autorização recebem uma comissão volumosa. Pede-se intervenção urgente do Presidente da Republica para exoneração da direcção.

Dados enviado ao Repórter Angola, por fontes anônimas detalham como funciona o esquema de corrupção para conseguir um financiamento, no Banco BDA.

todos os rumores em volta de João Salvador Quintas PCE do BDA e Jose Igor Oliveira ex-director de crédito, ambos envolvidos em negociatas de cedência de crédito( financiamentos) as empresas, como recompensa desta autorização recebem uma comissão volumosa.

Os dois principais decisores para cedência dos créditos, não faziam nenhum desembolso sem que para tal estivesse garantindo as suas respectivas comissões.

Desde a Saída de Patrícia de Almeida Ex- PCE do BDA, João Salvador Quintas e José Igor Oliveira, transformaram o BDA numa “lavandaria da mãe Joana”
Todos processos na altura aprovados pela direcção cessante e já em fase de desembolso, a dupla orientava refazer os processos e alguns cancelava o crédito e condicionava o seu desembolso com pagamento de uma comissão ( %) para que fosse efectivado o crédito.

Como se não bastasse, ganhando prejudicando os clientes condicionando o desembolso em troca de comissões, a dupla também faz subfacturação a grande e a francesa nas prestações de serviços que são feitos na instituição, em cada serviços que são prestados ao BDA, existe um acordo com essas respectivas empresas, que submetem uma factura com preços exorbitantes fora do praticado no mercado, e posteriormente a dupla recebe o “over price” as escondidas.

João Salvador Quintas e José Igor de Oliveira, PCE e director de crédito respectivamente, com noção de que tarde ou cedo serão descobertos das suas falcatruas, a dupla de forma genial, contratou um renomado escritório de advogados( cujo o nome omitimos ), com uma avença mensal choruda que vem pagando desde algum tempo a esta parte, avultadas somas desnecessariamente, com finalidade de posteriormente ir buscar dividendos.
O atual PCE do BDA, desde a sua fundação em 2006 até ao momento, João Salvador Quintas, é o “pior” gestor que passa nesta instituição pública.

Para além de ser um corrupto e mixeiro, JSQ é intriguista, caluniador, sabe muito bem fazer a arte de chocar os outros, colocar um contra outro para melhor reinar.

De acordo a nossa fonte, João Salvador Quintas PCE do BDA, para continuar intocável e fazer o que bem entender na instituição, também partilha comissões desta “roubalheira” com o director de gabinete do Ministro de Estado para a Coordenação Economica, Malamba Feitio, que recebe informações do PCE de como esta nadar dentro da instituição, este por sua vez, reporta de forma positiva ao Ministro de estado para coordenação económica, garantindo um alinhamento entre eles e segurança da sua manutenção.

Como é que o caldo entornou?

Os clientes insatisfeitos com as chantagens, exigências e condicionalismo para obtenção dos créditos, e conversavam entre si, quase que eles criaram uma associação dos solicitantes de crédito ao BDA, e orquestraram uma estratégia para denunciar a corrupção.

Entre eles indicaram um que aceitaria ceder a tal comissão exigida como condição para receber o crédito, lá fez-se os tramites o BDA pagou, o cliente recebeu os valores, e pagou a comissão ao teste de ferro do PCE que é o director de crédito José Igor Oliveira.
Após o pagamento, tal como os clientes previam, que seria uma estratégia para denunciar, assim o fizeram;
Formalizaram uma queixa oficial ao BNA que é o Banco regulador, apresentado as provas palpáveis, e por sua vez, o BNA remeteu essas queixas ao BDA.
Este cliente, representa o universo de empresas que estão nestas condições e que não aceitam pagar comissões ou entrar em esquemas de corrupção.

Gravidade da situação

Diante de um cenário deste tão comprometidor, que chamusca a boa imagem da instituição e do pais, no que concerne o combate a corrupção, aviso da monção de estratégia do líder João Lourenço, para se acabar com esse fenómeno da corrupção, o atual PCE do BDA, assegurou ao seu popilu José Igor de Oliveira, que apesar do caso ter sido encaminhado para a PGR, o processo não surtirá efeitos e o mesmo nem será exonerado do cargo, porque tem o controlo da situação junto da PGR e do Ministro de Estado da coordenação económica José Lima Massano que o protege das suas falcatruas.

Alerta máximo ao Presidente da República ao IGAE e outras instituições afins:

Atual Ministro de estado para a Coordenação Economica José de Lima Massano, também foi alvo de queixa crime contra a sua pessoa pelo jornalista Rafael Marques na subfacturação do múseu da moeda com um processo na PGR, em que o processo esta paralisado.

Os conceitos de subfacturação que o PCE do BDA tem feito junto a instituição, assemalhasse ao que o Ministro de estado fez na altura ao Múseu da moeda.

Como João Salvador Quintas, sentem-se intocável no BDA, faz daquela instituição como sua propriedade, gabasse a bouca pequena, que tem garantias do Ministro de Estado para a Coordenação Economica, que não sairá antes das eleições de 2027 do cargo de PCE, então, faz sentido a narrativa de que, haja um alinhamento entre o PCE do BDA e o Ministro de estado para coordenação económica para as subfacturações e as mixas dentro da instituição do BDA, ou seja, o PCE, o director do crédito não comem sozinhos, o próprio Ministro também come, porque ele Massano, tem um processo na PGR movido pelo jornalista Rafael Marques, pelas mesmas práticas que hoje ocorrem dentro do BDA praticadas pelo seu PCE.

O Sr. presidente da República deve intervir, não pode deixar essa situação impune, existem crimes graves de corrupção e comprovados, que mancham o bom nome da instituição e do país, as pessoas estão identificadas, o IGAE deve entrar imediatamente em acção, e suspender atual direcção, porque afinal têm o apadrinhamento ou a protecção do Ministro de Estado para a Coordenação Economica Lima Massano, que também é cúmplice desta situação, por não ter movido nem se quer uma palha por uma situação tão grave e preocupante.

Ainda de acordo com um outsider, o PCE do BDA, tem sido um travão, um grande obstáculo para o desenvolvimento, ao condicionar as empresas a pagarem uma comissão para obterem o crédito, é imprescindível que o Sr. Presidente da República face as provas ou evidências e práticas de actos de corrupção, denuncuado pelo próprio BNA, tomar as devidas medidas que se impõe, porque o Ministro de estado para a Coordenação Economica Lima Massano esta proteger os larápios e eles podem ficar impunes.

Este aplelo é para o presidente João Lourenço, para não de deixar enganar, e deve continuar a levar essa luta do cambate a corrupção com tem levado muito à sério.
Os factos estão aí, o BNA fez a denúncia, o processo decorre na PGR , basta o Sr. Presidente da República acionar o IGAE para uma inspecção no BDA, e suspender atual direcção corrupta.

“Ninguém é suficientemente rico e poderoso que não possa ser punido, ninguém é tão pobre ou desprotegido de mais que não possa ser protegido” dizia João Lourenço, in discurso de Setembro de 2017

No BDA tem evidência palpáveis sobre atos de corrupção, e que estão a ser protegidos e acobertados pelos seus mais directos colaboradores e auxiliares que lhe têm enganando muito, como é o caso do Ministro de estado para a Coordenação Economica Lima Massano, que colocou o actual PCE do BDA e lhe protege de todas barbaridades que ele faz e desfaz no BDA.

Isso não pode passar impune Sr. Presidente, os prevaricadores devem ser exemplarmente punidos e limpar a imagem da instituição.

O Repórter Angola, vai continuar acompanhar este caso até ao seu desfecho final.

Repórter Angola 

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