ASSEA exige 20% dos contratos de bens e serviços nos petróleos para empresas angolanas

Conteúdo Local. O desalinhamento entre os longos prazos de pagamento pelos serviços prestados e os prazos de pagamentos de imposto promovem défice operacional nas empresas.

Mário Mujetes

A reduzida participação nos contratos, as dificuldades cambiais, o acesso limitado ao crédito e as barreiras legais continuam a impedir o crescimento das empresas angolanas no sector petrolífero, que defendem a fixação de uma quota mínima de 20% até 2027 como solução para garantir maior inclusão e competitividade.

O posicionamento defendido pela Associação de Empresas Autóctones para Indústria Petrolífera de Angola (ASSEA), no âmbito da iniciativa “Action for 20%”, foi reiterado durante o fórum Oil & Gas Angola–Itália, realizado recentemente, em Luanda, numa parceria entre associação e a Câmara de Comércio Angola–Itália.

Valor Econômico 

Voltar ao topo