Denúncias recebidas pelo nosso portal Agita News indicam que o número de policiais sendo enterrados diariamente no Cemitério do Benfica tem chamado atenção e causado indignação, tanto entre os coveiros quanto entre os familiares que acompanham os funerais.
O problema, segundo relatos, não se limita apenas aos policiais. Os números de militares também têm sido alarmantes, refletindo uma situação preocupante para os profissionais de segurança e suas famílias.
O portal Agita News contactou um especialista em saúde pública em Angola, que preferiu manter o anonimato, e que revelou que as condições de vida e trabalho dos efetivos são extremamente precárias. Segundo ele, muitos não recebem alimentação adequada, vivem em casernas com infraestrutura insuficiente e, devido à sua situação financeira limitada, não têm acesso a clínicas com melhores condições de atendimento quando estão doentes.
O especialista alertou ainda que estas condições podem estar diretamente relacionadas ao elevado número de mortes entre os profissionais das forças de segurança, evidenciando a necessidade urgente de melhorias estruturais e de cuidados com a saúde desses trabalhadores.
O cenário tem gerado grande comoção na sociedade e reforça a importância de políticas públicas que garantam melhores condições de vida e trabalho para quem protege a população diariamente.
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