Cristina Nobre suposta amante do Ministro do Interior Manuel Homem inferniza vida da Radio Nacional RNA com desvios milionários

A Administradora Executiva para a Administração e Finanças da Radio Nacional RNA, Cristina Nobre suposta amante do Ministro do Interior, Manuel Homem, é dita como cabecilha de um desvio milionário e enriquecimento ilícito, que chegou de comprar uma segunda mansão em Portugal, a verdade chegou a tona com a descoberta de uma conta bancária no Banco de Poupança e Crédito (BPC), alegadamente aberta em nome da Rádio Nacional de Angola (RNA) e fora dos circuitos formais de controlo da empresa, está a gerar constrangimentos institucionais e a colocar sob escrutínio a integridade do novo presidente do Conselho de Administração (PCA), António Sebastião Lino, igualmente membro do Comité Central do MPLA.

Escândalo na Radio Nacional de Angola, gera desconforto entre funcionários, fontes internas revelaram ao Repórter Angola a sua indignação pelo facto de ter sido apenas exonerado o PCA Pedro Neto e deixar a Directora Financeira, Cristina Nobre, acusada de má Gestão.

“Todos colaboradores da radio Nacional RNA estamos aguardar em expectativas pela exoneração da senhora Cristina, será uma festa grande” dizem.

Sobre a verdade na Radio Nacional, tem sido um empecilho muito grande, “não há recrutamento na RNA, mas todos dias , não são jornalistas, são sempre da área da tal Cristina, sem concurso publico e ela mete só familiares dela, ela é malandra quando é pedida do colega pra colega um filho, mas os familiares dela estão a entrar sem concurso publico”

Recentemente Um vendaval político varreu os corredores da Rádio Nacional de Angola (RNA). Fontes internas confidenciaram ao portal Agita News que o PCA Pedro Bernardo Neto estaria a mover uma verdadeira campanha subterrânea contra o Ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Augusto da Silva Oliveira.

Segundo relatos, a tensão terá começado pouco antes da visita do Presidente da República à RNA. Dois dias antes, o Ministro Mário Oliveira fez uma visita de constatação e ficou desconfortável ao ver várias viaturas avariadas na entrada da emissora, dando “imagem de sucata” ao edifício.

Cristina da Costa Nobre, Administradora Executiva para a Administração e Finanças; foi reconduzida a 8 de novembro,de 2024 pelo Presidente da Republica João Lourenço.

Os funcionários invocam que existem muitas empresas a receberem dinheiro, sem no entanto, prestarem serviços na rádio nacional de Angola. Tratam-se de empresas de amigos e familiares que regularmente recebem dinheiro do Estado.

Cristina Nobre que gaba-se ter protecção da secreta angolana, desrespeita as orientações do PCA da RNA, Pedro Cabral e cria grupos a nível do Conselho para desacreditar as ações do responsável máximo da radio.

A Radio Nacional está cheio de funcionário novos que nem são jornalistas, que não sabem nada nada, soube o Repórter Angola de fontes internas

A RNA é uma empresa pública fortemente dependente das verbas consignadas no Orçamento Geral do Estado (OGE), tendo como segunda principal fonte de receitas a comercialização de espaços publicitários nas suas várias emissoras, nomeadamente a Antena 1, Rádio Luanda, Rádio 5 e outras estações de alcance nacional. Empresas privadas e instituições públicas recorrem regularmente à RNA para campanhas de grande visibilidade e cobertura nacional.

Até à sua nomeação como PCA, a 12 de Janeiro, António Sebastião Lino exercia o cargo de Administrador Executivo para a área de Marketing e Intercâmbio. Segundo apurações, terá sido durante este período que foi aberta uma conta bancária paralela no BPC, em nome da RNA, através da qual estariam a ser canalizados pagamentos provenientes de receitas publicitárias, sem o devido enquadramento nos mecanismos oficiais de gestão financeira da empresa.

Fontes indicam que a referida conta seria do conhecimento restrito de António Sebastião Lino e de Cristina da Costa Nobre, alta funcionária da RNA que, até recentemente, desempenhava funções de Administradora Executiva para a área de Administração e Finanças.

As mesmas fontes referem que a existência de fundos publicitários não declarados terá sido detectada ainda no final do mandato do anterior PCA, Pedro Bernardo Neto. No entanto, o caso não terá conhecido desenvolvimentos institucionais relevantes, alegadamente devido ao contexto de fragilidade interna da administração cessante e às tensões existentes entre o antigo gestor e o então ministro Mário de Oliveira, que limitariam qualquer iniciativa de escalonamento superior do assunto.

Com a saída de António Sebastião Lino do pelouro do Marketing e Intercâmbio, o cargo passou a ser ocupado por Telmo Renato dos Santos Silveira.

Apesar de o Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS) exercer a tutela política e administrativa da RNA, especialistas em governação pública sublinham que a Inspecção-Geral da Administração do Estado (IGAE) é o órgão legalmente vocacionado para proceder a auditorias e investigações à gestão financeira de empresas públicas, incluindo a RNA.

Paralelamente, o Tribunal de Contas detém competência para fiscalizar a legalidade das receitas e despesas públicas, podendo auditar as contas da RNA, apurar responsabilidades financeiras e emitir pareceres ou decisões em caso de irregularidades.

Repórter Angola

Voltar ao topo