O povo angolano está a fazer uma pergunta simples, mas muito séria:
❓Se William Tonet acusou Abel Chivukuvuku de ter recebido dinheiro do sistema para legalizar o PRA-JA… ❓e Adriano Sapinãla fez a mesma denúncia em público…
por que razão Abel só correu para processar Adriano e ficou em silêncio diante de William Tonet?
A resposta parece clara:
👉 Porque Adriano é alvo político fácil.
👉 William Tonet é alvo perigoso.
Adriano falou como deputado e dirigente da UNITA. Processá-lo rende manchete, vitimização e guerra política com a oposição.
Mas William Tonet não é um simples comentador.
William foi homem próximo do nascimento do PRA-JA.
Conhece bastidores.
Conhece corredores.
Conhece financiamentos.
Conhece negociações que o povo nunca viu.
Processar William seria abrir a porta para perguntas que Abel talvez não queira responder:
🔎 Quem financiou o PRA-JA nos anos de chumbo?
🔎 Como o Tribunal Constitucional mudou de posição de repente?
🔎 Que acordos foram feitos nos bastidores para a legalização acontecer?
🔎 Houve ou não aproximação com o sistema?
Por isso muitos angolanos começam a concluir:
⚠️ Quem escolhe processar apenas o elo fraco pode estar a fugir do elo forte.
A política não vive só de tribunais.
Vive de confiança.
E neste momento a confiança do povo exige uma coisa:
Abel Chivukuvuku deve responder aos dois acusadores com a mesma coragem — ou então a dúvida continuará a crescer dentro da consciência nacional.
Angola merece verdade.
Não teatro seletivo.
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Escrito @ Manuel Gonçalves Girão
